Os planos de muitas empresas de retomar o trabalho presencial neste início de 2022, depois de dois anos de pandemia, estão sendo frustrados pelo aumento das infecções por covid-19 e pela influenza, resultado do relaxamento nas festas de final de ano.
Segundo uma notícia do jornal Estado de S.Paulo, companhias de vários portes que estavam programando um retorno ao trabalho presencial nas próximas semanas estão revendo seus planos.
A lista dos que adiaram a volta tem empresas do setor público, como a Eletrobras, de tecnologia (NEC e TakeBlip), indústrias (Novelis, do setor de alumínio) e inclui segmentos nos quais o home office é quase impossível, como as companhias aéreas.
A Azul informou ontem que o aumento do número de casos de covid-19 e de influenza entre funcionários teve impacto em 10% dos voos programados para janeiro, o que obrigou a empresa a realizar ajustes para continuar operando.




