Tomar um remédio “só para aliviar” dor, febre, gripe ou mal-estar é um hábito comum entre os brasileiros.
Mas, quando a automedicação envolve pessoas com hipertensão, arritmias, insuficiência cardíaca, histórico de infarto ou fatores de risco cardiovascular, a prática pode deixar de ser apenas um comportamento corriqueiro e se tornar um fator de agravamento silencioso.
Levantamento ICTQ/Datafolha aponta que 86% dos brasileiros com 16 anos ou mais declaram consumir medicamentos por conta própria, o equivalente a cerca de 138 milhões de pessoas.
Em 2024, o Conselho Federal de Farmácia também divulgou alerta informando que a automedicação atinge aproximadamente 9 em cada 10 brasileiros.




