
Um estudo da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto (FMUP) mostra que um baixo consumo de peixe durante a gravidez pode ter impacto negativo e afetar o neurodesenvolvimento das crianças.
Em comunicado, a FMUP afirma que o estudo mostra que uma alimentação insuficiente em ácidos gordos ômega 3 tem “impacto negativo do desenvolvimento dos cérebros dos bebês”, sendo o período mais crítico entre o terceiro trimestre da gravidez e os primeiros seis meses de vida.
Citada no comunicado, Margarida Figueiredo Braga afirma que “uma ingestão baixa de peixes ricos em DHA (ácido docosahexaenoico) pode comprometer o neurodesenvolvimento” das crianças, associando-se a Perturbações do Espectro do Autismo e a Perturbação de Hiperatividade e Déficit de Atenção (PHDA).




