O Pix, solução de pagamentos instantâneos desenvolvida pelo Banco Central do Brasil, consolidou-se como a principal opção de pagamento no país.
Segundo a Associação Brasileira de Bancos (Febraban), entre 16 de novembro de 2020 e setembro de 2021, foram registradas 26 bilhões de transações e movimentados R$ 12,9 trilhões.
No entanto, recentes modificações aprovadas pelo Banco Central podem impactar a isenção de taxas para certos usuários.
Até o momento, o Pix é gratuito para pessoas físicas, microempreendedores individuais (MEIs) e empreendedores individuais (EIs), enquanto pessoas jurídicas podem arcar com taxas por transferências e pagamentos.




