A concorrência com
corretoras independentes tem feito grandes bancos zerarem as taxas cobradas dos
clientes para investimentos no Tesouro Direto. A última grande instituição a
reduzir os juros para investir em Tesouro Direto, Renda Fixa e Previdência foi
o Banco do Brasil, que fez o anúncio nesta quinta-feira, 20 de setembro.
Segundo a
atualização mais recente do site do Tesouro Direto, realizada na última
quarta-feira, 19, das 59 instituições habilitadas para operar com o Tesouro
Direto, 29 não cobram taxas, entre elas o Itaú, que eliminou a cobrança no
início deste mês. Entre os grandes bancos, o Bradesco também já não cobra para
essas aplicações.
Atualmente, o Banco
do Brasil cobra uma taxa anual de 0,5%, para investimentos no Tesouro Direto,
acima dos concorrentes Caixa Econômica Federal e Santander (0,4% nas duas instituições).
Para aplicar nesta
modalidade, os investidores precisam da intermediação de um agente de custódia,
que são os bancos ou as corretoras. Dentre outras funções, esses agentes são
responsáveis por realizar o cadastro dos investidores na bolsa de valores e
intermediar a transferência dos recursos financeiros e títulos.




