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Barretos corta varrição de ruas para economizar e recebe críticas

Moradores questionam desemprego e sugerem redução em gastos públicos como cargos comissionados e propaganda

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O prefeito da cidade de Barretos, Guilherme Ávila, anunciou que a partir do mês de fevereiro fará cortes no serviço terceirizado de varrição das ruas, com a justificativa de gerar economia para os cofres públicos.

De acordo com a prefeitura, a medida será tomada por necessidade em função da queda de arrecadação na cidade e deve gerar uma economia mensal de R$ 250 mil, dos R$ 400 mil que precisam ser poupados. De acordo com a administração, além do corte na varrição de calçadas e ruas, também serão reduzidas as frequências de limpeza de locais públicos, como praças e rotatórias.

Com a decisão, a administração municipal confirma que em torno de 40 pessoas devem deixar seus empregos na empresa que terceiriza o serviço, mas que parte delas pode vir a ser recolocada posteriormente pela empresa.

Desde o ano passado, a administração municipal vem adotando medidas de contenção a fim de equilibrar as contas. Uma delas foi a adoção de turno único nas repartições públicas e a redução do expediente um posto de saúde.

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Críticas

O desemprego dos varredores é um dos problemas apontados por quem critica a decisão. Parte de um grupo que se juntou nas redes sociais para questionar a decisão, o técnico em informática Anderson Roberto de Jesus argumenta que a Prefeitura poderia fazer cortes em outros setores como nos cargos comissionados e nos gastos com publicidade.

Além disso, ele defende que a varrição de ruas é uma contrapartida obrigatória do município diante de tributos que são cobrados como o Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU).

Cesar Colleti

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