
O presidente Jair Bolsonaro sancionou nesta quinta-feira (16) a lei que autoriza o uso da chamada telemedicina enquanto durar a crise provocada pelo novo coronavírus.
Mas vetou a validade das receitas médicas emitidas por meio virtual durante as consultas feitas a distância, alegando riscos de “fácil adulteração”.
Bolsonaro também barrou a ampliação desse modo de atendimento após o fim da pandemia, o que, segundo o texto original, deveria ser regulamentado pelo CFM (Conselho Federal de Medicina).




