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BONJOUR, PARIS

Por Cesar Colleti 15 de novembro de 2015 3 min de leitura

Apesar de toda a violência, na França ou em Franca, o mundo não acabou, o sol nasceu de novo, vamos juntos à luta aqui, aí, ali, lá acolá, seja onde for porque sem paz não há ser humano

 

Entre outras mensagens, inclusive dentro da time line do Chico Buarque (Chicólatras) no Facebook, cumprimentando pelo nosso Flash aqui no Jornal da Franca recebi uma sobre a França: ela mexeu comigo, um internauta captou no site Yahoo e me mandou notícia sobre o sufoco em Paris naquele momento do ataque terrorista. Ele conta o lance feliz de um negro francês, um imigrante da África, Sylvestre Nenebu, que na noite de sexta,13, foi salvo pelo seu Galaxy S6, que tinha acabado de comprar. Perdeu o celular, mas salvou a vida. Coisas da era digital e da aventura da vida. Sylvestre estava próximo ao Stade de France, onde França e Alemanha jogavam um amistoso de futebol. “Um atirador mascarado e um homem-bomba tentaram invadir a arena, mas só conseguiram realizar o ataque nas proximidades do local”contou o rapaz africano, que está há 2 anos na capital francesa e já conseguiu um trabalho de garçom.

A bala contra Sylvestre perfurou e acabou com o Galaxy S6 mas salvou sua vida…


Além do celular, a jaqueta de couro ajudou o negão se proteger das explosões: escapou com ferimentos leves


NA MINHA OPINIÃO: Pelo que me informei na web, não só o Galaxy S6 salvou Sylvestre mas as redes sociais foram cruciais para alertar a moradores de Paris sobre os perigos de cada esquina, comunicando também em tempo real, online, a pessoas e à midia de todo mundo sobre os ataques da noite passada, com quase 200 vítimas fatais, em variados locais, seja com informações oficiais que eles captavam na web ou com recados via what zap  de parentes ou amigos e amigas que estavam  na cidade. Sylvestre disse que vai demorar para conseguir outro celular de ponta (lá também ele custa o olhao da cara) mas, felizmente, não entrou para as já as estatísticas de mortos dos atentados na noite das bruxas, sexta-feira, 13, em Paris. Seja na França ou aqui em Franca, mesmo em plena guerra pela não-violência, ecologia da vida, temos que reconhecer: sem paz, não existe ser humano. 

 

Um celular, uma arma pela vida via a informação seja em Paris ou aqui

Amanhã, aqui neste novo webespaço Jornal da Franca um novo flash, + 1 microblog ecologia na aventura da vida daqui da cidade, da região, do país, do planeta, um post a cada dia para você, onde quer que você esteja, paz aí, Padinha.

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