O
Brasil é o terceiro maior gerador de energia renovável do mundo, segundo um
estudo realizado pela IEA (Agência Internacional de Energia), e desponta como a
nação com o maior potencial de produção bioenergética. No ranking, que
considera a capacidade instalada em GW, o país fica somente atrás da China e
dos Estados Unidos.
Segundo
a IEA, o Brasil tem o “mix” energético mais ecológico e com a maior
participação de renováveis entre os grandes consumidores de energia do mundo,
com quase 45% do consumo total de energia final em 2023.
A
EPE (Empresa de Pesquisa Energética), vinculada ao Ministério de Minas e
Energia (MME), aponta que entre as vantagens competitivas da matriz energética
brasileira se destacam a abundância de biodiversidade e de recursos naturais,
potencial de energia renovável não aproveitado e setores com alta
competitividade como o agropecuário e a indústria de insumos básicos.
O
levantamento da EPE aponta ainda que a matriz energética brasileira utiliza
43,5% de biomassa, enquanto a média mundial é de apenas 14%, e que o sistema de
cogeração, a partir da biomassa, é responsável por 8,2% da energia elétrica
consumida no Brasil. Em escala mundial, a média é de 2,3%.




