Fazer parte ou manter a atividade cultural no Brasil é um ato de resistência, dizem os pequenos livreiros
“Parece um chavão, mas manter uma livraria hoje no Brasil é um ato de resistência. Não é fácil.”
Em tom de desabafo, a frase dita pelo livreiro, editor e escritor João Varella resume bem a situação das casas do ramo que existem hoje no Brasil.
Ele próprio é um dos que nadam contra o fluxo: em 2014, ele abriu a Banca Tatuí, em São Paulo, e quatro anos mais tarde, quase em frente, a Sala Tatuí.
Enquanto isso, os números que já não eram bons só pioraram. De tempos em tempos, sem periodicidade fixa, a Associação Nacional de Livrarias (ANL) faz um levantamento de quantas lojas de livro existem no país.




