Os saques líquidos da poupança vêm registrando recordes. O mais recente deles foi no mês de fevereiro, quando as saídas de R$ 11,5 bilhões foram recordes para o mês na série histórica do Banco Central, iniciada em 1995.
Em janeiro deste ano não chegou a bater recordes, mas ainda foram R$ 33,6 milhões a mais de saques do que de depósitos.
As retiradas também foram recordes no balanço de 2022. Os resgates somaram R$ 103,2 bilhões, quase o dobro da maior perda anual já registrada até então, divulgou o Banco Central.
Segundo especialistas, a taxa de juros elevada, o endividamento população e a sazonalidade explicam o volume resgatado registrado pelo Banco Central (BC).




