A
expectativa é que, nas próximas eleições, cada cadeira na Câmara
de Vereadores de Franca “custe” aos partidos perto de 12 mil
votos. Com isso, a disputa tende a se acirrar ainda mais entre
partidos e candidatos. Para apertar mais ainda, o TSE – Tribunal
Superior Eleitoral – limitou em 45 dias o período eleitoral, que
só será aberto em 15 de agosto.
A
conta é simples. Para calcular o quociente eleitoral, é preciso
dividir os votos válidos pelo número de cadeiras disponíveis. No
caso de Franca, há perto de 220 mil eleitores aptos a votar. Mas o
número a ser considerado é o de votos na urna, ou seja, os válidos.
Com
base na média histórica de abstenção em Franca de 20%, entre os
que faltam às votações, anulam ou votam em branco, a cidade deve
alcançar, em seus dois cartórios eleitorais, próximo a 176 mil
votos válidos.
Daí,
basta dividir este número pelo número de cadeiras em disputa na
Câmara de Franca, no caso 15, para se chegar a 11,7 mil votos para
se “fazer” um vereador. Por isso, muitos partidos têm apostado
no lançamento de candidaturas próprias nas eleições majoritárias
– no âmbito municipal, para prefeito – para tentar obter votos
que se somem aos dos candidatos a vereador.
Entre
os parlamentares atuais, a expectativa é grande em relação à
formação de chapas fortes para tentar aumentar as chances de
sucesso nas eleições e as movimentações de bastidores têm se
intensificado mais a cada dia.



