Estamos ainda no final da estação de inverno e o tempo seco e quente em Rondônia e em todas as principais regiões produtoras de café do sudeste brasileiro, com temperaturas médias altas para essa época do ano, aumentam a cada dia a preocupação de cafeicultores e operadores de mercado com o volume e qualidade da próxima safra brasileira de café.
As previsões dos institutos de meteorologia falam em pelo menos mais dez dias sem mudanças climáticas, com possibilidade de precipitações fracas e pontuais a partir dos últimos dias do mês de setembro, mas sem regularização do regime de chuvas.
Nos últimos meses vários operadores já falavam em uma safra de café recorde em 2018. Em nossa opinião essa possibilidade, que era remota, está afastada, como também afirmou em entrevista à Thomson Reuters, o presidente da Cooperativa Regional de Cafeicultores em Guaxupé (Cooxupé), Carlos Paulino da Costa, que lidera mais de 13 mil cooperados no Sul de Minas, Zona da Mata e Cerrado Mineiro, no centro da maior e mais importante região produtora de café arábica do Brasil.




