Empresário levou 3 anos para chegar ao produto final que promete uma nova experiência na degustação do café
O empresário Alexandre Pregnaca levou três anos e investiu R$ 1,5 milhão para chegar à fórmula do “café sólido”, lançado em abril do ano passado.
O café vem de Minas Gerais até uma fábrica em Vila Velha, no Espírito Santo, onde é torrado, moído e processado com gordura vegetal.
O gosto é o mesmo de um cafezinho, só que em vez de beber, a pessoa come. Em um ano, vendeu mais de 1 milhão de unidades.




