Os negócios com café seguem lentos nas praças de comercialização do Brasil. As quedas externas têm repercutido no país e os produtores aguardam melhores patamares de preço.
“Com a florada aberta em grande parte das principais regiões produtoras de arábica do Brasil e a consequente sinalização de aumento na produção, os preços internos e externos têm recuado com força”, disse na semana passada o Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada, da Esalq/USP).
Diante da fragilidade dos preços internos nos últimos dias e mesmo com as altas recentes na Bolsa de Nova York, que não têm puxado tanto os preços físicos, os produtores brasileiros vão às praças de comercialização apenas para fazer caixa.
As cotações dos principais tipos negociados seguem abaixo do patamar de R$ 500,00, considerado atrativo para negócios.




