
No segundo capítulo de “Apocalipse”, a nova novela da Record, uma celebração similar às missas católicas foi exibida como se fosse de uma igreja criada pelo próprio Anticristo. Na sequência, os personagens usavam roupas semelhantes aos religiosos do Vaticano e assistiam sentados diante de um altar uma celebração comandada por um homem paramentado por camadas de branco, como o próprio papa católico.
Durante a cena da celebração da fictícia Igreja da Sagrada Luz, o Anticristo, narrador da trama, dizia sem citar a Igreja católica que aquela era sua mais astuta realização. “Minha realização mais astuta. São quase 1.700 anos espalhando trevas pelo mundo. Mas, é claro, tudo muito bem elaborado para parecer divino. Ah, o engano é minha especialidade”, afirmou o personagem interpretado por Sergio Marone.




