
A venda e ocupação irregular de imóveis da CDHU, fato que pode ser comprovado com facilidade em qualquer bairro construído pela Companhia em Franca e diversas cidades da região não é de conhecimento da empresa.
Ao menos é o que diz nota oficial enviada ao Jornal da Franca que publicou matéria a este respeito em sua edição de ontem.
Como se pode depreender da própria nota, aliás, a empresa, sabedora da preferência pelo anonimato dos denunciantes afirma que pode receber informações a respeito sem que a pessoa precise se identificar.
Em nota, a CDHU diz também que o jornal não traz dados comparativos a respeito do aumento de denúncias citadas na matéria, mas igualmente não informa dados comparativos para corroborar a afirmação de que “não há crescimento deste tipo de notificação”. Esclarece, porém, com razão, que o núcleo Rubi não tem relação com a empresa.
A finalidade da informação trazida na matéria, além de mostrar um problema que é conhecido por todos – inclusive nos principais e mais antigos conjuntos habitacionais, como o Parque Vicente Leporace – foi lembrar que a companhia mantém um canal específico para este tipo de denúncia, que é o “Alô CDHU” (veja abaixo).
A nota da CDHU afirma que “é importante destacar que há uma constante fiscalização de venda e aluguel dos imóveis para que as habitações de interesse social cumpram seu objetivo de atender à demanda legitima. Além disso, são realizados mutirões para solucionar os contratos irregulares. As denúncias de irregularidades podem ser feitas pelo Alô CDHU (0800 000 2348), Ouvidoria (11-2505-2863) – se a pessoa não quiser se identificar – e nos escritórios regionais, que, neste caso, é representado pela sede de Ribeirão Preto: (16) 3238 – 0050/3238 – 0090”.
Veja aqui a matéria publicada na edição de ontem
Franca e região aumentam denúncias de aluguel e vendas de imóveis da CDHU



