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Um dia a atenção está toda voltada para ele e, após a chegada do caçula, o irmão mais velho perde o trono de filho único. Aí não tem jeito, o ciúme pode bater na porta de sua casa. Mas especialistas em comportamento humano dizem que com o nascimento do irmão caçula, sentir um pouquinho de ciúmes é inevitável.
A professora de Educação Física, Cristina Rocha Azevedo, 36 anos, sentiu na pele essa situação. Mãe de Caio, 10 anos, e Cauã, sete anos, ela precisou ter jogo de cintura para mostrar ao primogênito que seu espaço continuaria o mesmo com a chegada do irmão. “Quando o Cauã nasceu, Caio se sentiu deixado de lado. Mas eu e o pai dele mostramos no dia a dia que a única diferença é que o caçula precisava de mais atenção naqueles primeiros períodos. Com o passar do tempo, ele foi entendendo e aceitando melhor dividir o espaço e as atenções com o irmãozinho”, conta Cristina.




