No interior de São Paulo, pesquisadores estão usando técnicas científicas para preservar as obras do pintor Candido Portinari.
O fragmento milimétrico de tinta isolado em resina é a chave para descobertas sobre um dos maiores artistas do brasil, o pintor paulista Candido Portinari.
“A pergunta nesse caso é bem especifica: tentar entender o processo de degradação de alguns pigmentos que as obras de Portinari estão sofrendo”, comenta Márcia de Almeida Rizzutto, professora de física da USP.
A resposta depende desse acelerador de partículas de Luz Síncrotron em Campinas. Ele funciona como um super microscópio para observar detalhes vezes menores que a espessura de um fio de cabelo.




