O professor de física da UFRJ Adlène Hicheur, investigado também pela Polícia Federal brasileira, afirmou que um processo sofrido por ele na França por suspeita de terrorismo foi fabricado. Enquanto vivia em Paris, este cidadão franco-argelino, foi preso e condenado injustamente a cinco anos de prisão sob acusação de planejar atentados terroristas, conforme o site do jornal O Globo, matéria que se destaca também na BBC, na CNN e em agências internacionais de notícias como a Reuters.“Importante isso de resgatar a cidadania deste professor e pesquisador, ninguém é terrorista apenas por ser árabe ou ter ligações cde amizade com um membro da Al Qaeda ou do EI, os policiais precisam ter um bom senso mínimo, uma visão mais humanitária dos imigrantes e um respeito maior pela liberdade de quem quer que seja, Adlène Hicheur pode vir a ser um pesquisador de ponta na Universidade Federal do Rio, que precisa também avançar a bem também do Brasil. A gente procura ao divulgar um resumo da carta aberta de Adlène Hicheur enfocar sem preconceito os fatos, que estão muito claros na carta enviada por email ao Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas (CBPF), ao que tivemos acesso. Hicheur afirma que a acusação não conseguiu apresentar provas materiais para sustentar seus argumentos: “Nenhum ato violento preciso foi mencionado como objetivo da alegada conspiração”, destacou: “Eu fui preso pela polícia francesa no fim de 2009 e a única justificativa desta minha detenção foram minhas visitas aos chamados websites islâmicos tidos como subversivos. Fui privado da minha liberdade por dois anos apenas com base nisso. Nenhum outro elemento foi apresentado contra mim”.

Uma questão de cidadania resgatar o valor deste físico da UFRJ perseguido na França




