Médico pneumologista do Sistema Hapvida, Pedro Luiz Pompeu da Silva
Com diversos aromas e sabores, ausência do incômodo odor típico e fumaça do tabaco, além de uma aparência mais tecnológica, quase inofensiva.
As características dos dispositivos eletrônicos para fumar (DEFs), chamados de cigarros eletrônicos e vaporizadores, explicam, em parte, a rápida popularização desses dispositivos entre jovens fumantes esporádicos e entre àqueles fumantes declarados, que lutam contra o vício na nicotina e acreditam inalar menos toxinas.
Diferente da versão de papel, que queima por combustão, o modelo funciona à base de vaporização. O dispositivo contém um líquido que, ao ser aquecido, gera o vapor aspirado e exalado pelo usuário.
E segundo os fabricantes, essa seria a razão que tornaria os eletrônicos menos prejudiciais se comparados aos tradicionais. Porém, especialistas e médicos discordam e dizem que esse tipo de cigarro traz diferentes malefícios à saúde e podem causar doenças respiratórias, como o enfisema pulmonar, doenças cardiovasculares, dermatite e câncer.




