Apesar
de nem sempre estarem à mostra, as coxas costumam ser um dos locais do corpo
que incomoda a qualquer um só de olhar. Aquele momento que alguém está sentado
ou se movimentando e acaba notando nas próprias pernas um certo desconforto,
devido à flacidez da pele. Ganhar e perder peso, viver sem atividade física
constante para a musculatura, contribuem diretamente para a flacidez das coxas.
Isso pode mexer com a auto estima de qualquer pessoa já que passa a sensação de
que ela está “ficando velha” – O que não é positivo logo depois de, finalmente,
ter conseguido emagrecer uns quilinhos.
Em
estações quentes isto incomoda muito mais, pois os ‘modelitos’ calorentos
normalmente deixam as pernas de fora. Esta é uma das partes mais atingidas pela
flacidez, na qual a pele deixa de acompanhar o emagrecimento. “É comum que
ocorra um abaulamento flácido na porção interna das coxas. Isto se deve ao
excesso de pele formado por causa do estiramento desta durante o período de
sobrepeso. A pele interna da coxa é relativamente fina, por isso ela não
contrai o suficiente após a perda ponderal, o que acaba por acarretar no
excesso de pele local”, afirma Arnaldo Korn, diretor do Centro Nacional –
Cirurgia Plástica.
Procurando alternativas
Para
contornar esta situação, muitos buscam por uma solução através da cirurgia
plástica. A dermolipectomia de coxas é um procedimento para retirar o excesso
de pele, livrando a região da flacidez e proporcionando uma aparência mais
natural. Para este tipo intervenção cirúrgica o tempo de internação varia entre
um ou dois dias, e a anestesia pode ser a peridural ou geral, a depender da
orientação médica. Durante o pós-operatório, recomenda-se ao paciente que evite
movimentos excessivos principalmente das pernas, para evitar o alargamento
excessivo da cicatriz. “A tração natural exercida na cicatriz pelo andar e pela
gravidade podem fazer com que a cicatriz se alargue nos primeiros meses.
Portanto, quanto menor for a tração, menor será o seu alargamento”, conta Korn.




