
Apesar dos laços sanguíneos que os unem, o fato de morarem sob o mesmo teto e terem como exemplo principal as mesmas pessoas, nenhum irmão é igual ao outro, nem mesmo os gêmeos. A forma como cada um entende a vida ao seu redor é única, por isso o tratamento dos pais a cada filho também deve ser exclusivo e eles devem estar cientes de que cobranças motivadas por comparações nunca trazem bons resultados.
Na ânsia de que um dos filhos seja tão aplicado nos estudos quanto outro, ou que este tenha um senso de organização tão desenvolvido quanto aquele, os pais podem acabar prejudicando o crescimento psicológico de seus filhos. “O discurso: ‘todos os meus filhos são iguais para mim’, não deveria existir”, aponta Graciela Sanjuta, psicóloga e professora do Centro Universitário Autônomo do Brasil (UniBrasil). Para ela, esse tipo de afirmação não é válida, e pode ser até cruel, porque tende a sempre menosprezar algum dos “avaliados”.




