
Gordura como estratégia de saúde e emagrecimento. Inúmeros estudos (e bem desenhados) têm mostrado que incrementos na distribuição de gordura podem facilitar a perda de peso mas a pergunta é: para quem, quanto e qual o tipo de gordura!?
Utilizar mais gordura na alimentação pode ser uma boa estratégia, no entanto, a eficiência depende da expressão gênica, das características individuais, alguns perdem mais e outros menos, fato é, a maioria pode se beneficiar de tal estratégia. Tem sido usado (e com ótimos resultados) planos alimentares para indivíduos saudáveis com o intuito de oxidação de gorduras, quantidades a partir de 40% de gorduras e de 25% de carboidratos. Utiliza-se as chamadas “gorduras boas” no qual incluem fontes como castanhas, ovos, semente de abóbora, abacate, óleo de gergelim , óleo de abacate, óleo de macadâmia…
Aumentar gorduras na alimentação pode estimular alguns fatores de transcrição responsáveis por promover maior oxidação de gordura corporal. O segredo é nunca concentrar refeições, a distribuição de gordura deve ser feita em várias refeições para se evitar sobrecargas desnecessárias. A prescrição de gordura deve ser proporcional à prescrição de fontes de fitoquimicos como chás e frutas de baixo índice glicêmico, uma vez que fitoquimicos como quercetina, catequina, cianidina são coadjuvantes no estímulo dos fatores de transcrição de genes envolvidos na termogênese e na oxidação de gordura.
Estratégia como essa deve ser elaborada por nutricionista!
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