
Leonardo da Vinci definiu os pés como uma das maiores engenharias e construções artísticas de Deus. Se o autor do quadro Monalisa conhecia bem as ciências orientais, ainda não se sabe, mas é certo que ele construiu uma das frases mais utilizadas por profissionais da reflexologia podal. Esse campo de trabalho é cientificamente comprovado e vem atraindo adeptos que veem nele uma alternativa para solucionar vários males. É o caso da dona de casa Sônia Lucas Azevedo, 48 anos, que sofreu de enxaqueca por 10 anos. Por indicação de uma amiga, decidiu experimentar a técnica. “Tinha dias que nem conseguia sair da cama e remédios não funcionavam. Com a reflexologia podal passei a ter qualidade de vida. Nunca mais fui vítima das dores insuportáveis”, diz.
A reflexologia podal nasceu na medicina chinesa há cinco mil anos, mas tornou-se mais conhecida no Ocidente a partir deste século. “Trata-se de uma técnica específica de pressão que atua em pontos reflexos precisos dos pés com base nos meridianos. Esses pontos possuem ligações com os nossos órgãos e por esse motivo geram resultados, curas e prevenções de doenças que estão relacionadas a eles”, explica a enfermeira, massoterapeuta, terapeuta ortomolecular e estética ortomolecular Aparecida Poliana de Oliveira. Traduzindo: a reflexologia podal é a arte de curar através do toque nos pés, seguindo o princípio de que todos os órgãos do corpo, inclusive o cérebro, estão conectados através de canais de energia ativados em pontos nos pés. “O objetivo da reflexologia é o retorno da harmonia e o passo mais importante para isso é reduzir a tensão, o estresse e induzir ao relaxamento”, diz Aparecida.
O que há por trás




