
O Ministério da Saúde pretende reduzir em 35% a participação de médicos cubanos no programa Mais Médicos em três anos no Brasil. A meta do governo federal é que a quantidade de médicos da ilha caribenha atuando no programa passe de 11,4 mil para 7,4 mil nesse período. Só em 2017, o ministério pretende preencher 2 mil vagas por profissionais brasileiros.
Segundo o ministro da Saúde, Ricardo Barros, a vinda dos profissionais cubanos correspondia, desde o princípio, a uma política temporária de saúde, e que a prioridade é contratar profissionais brasileiros. Caso as vagas não sejam preenchidas pelos brasileiros, porém, o programa continuará contratando médicos cubanos.




