
O dicionário define o verbo “cuidar”, entre outros significados, como “zelar pelo bem-estar ou pela saúde de alguém”. Quem dedica parte de seu tempo para cuidar de uma pessoa sabe que este vai muito além deste conceito. Que o diga Márcia Cristina da Costa Alecrim, 40 anos. Há cinco anos atuando como cuidadora, ela diz que a aptidão é um requisito básico. “Não é fácil cuidar de pessoas mais velhas ou doentes. Tem que ter calma, tranquilidade e amor pelo que faz e ao próximo”.
Ela faz parte de uma profissão reconhecida pelo Ministério do Trabalho, que exige amor pelo que faz e paciência. E há uma demanda crescente para esse tipo de trabalho à medida que aumenta a população de idosos no Brasil. “É um bom mercado, mas é preciso gostar do que faz e amar as pessoas”, comenta Márcia, que cuida de pessoas idosas e doentes e cuja rotina inclui desde a ministração de medicamentos à higiene íntima e companhia. “O segredo é cuidar com carinho. Sinto-me feliz com essa profissão e faço com amor. A única dificuldade é lidar com as perdas, mas é preciso estar preparado para isso”, diz.





