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Com mudança na lei, partidos “esfriam” busca para filiar candidatos

Com mudança de prazo para candidatos se filiarem, briga por reforços fica mais discreta na cidade

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Zezinho Cabeleireiro, presidente do PPS, busca reforçar as fileiras do partido (Foto: Divulgação)

Até o mês passado,
a correria dos partidos políticos em Franca para filiação de novos
candidatos era grande. Lideranças se movimentavam intensamente,
contas eram feitas e propostas oficializadas para políticos já
conhecidos ou com projeção para se eleger. Com a mudança da lei,
passando de um ano para seis meses antes do pleito como data limite
para novas filiações, os partidos deram uma “pisada no freio” e
diminuíram o ritmo para aguardar a definição do cenário e formar
chapas mais fortes.

É o caso do PP, que
perdeu sua maior liderança, a delegada Graciela David, candidata a
deputada pela legenda em 2010 e 2014 e a prefeita em 2012, que se
acertou com o PTB. Sua saída do partido deixou os membros
desencontrados e agora com os novos prazos eles terão mais tempo
para se organizar. A expectativa é que um dos vereadores do PP em
Franca, Laercinho e Claudinei da Rocha, assuma a presidência.

Outro que tem
buscado reforços é o PPS. Três novos nomes foram filiados –
todos ligados ao universo esportivo. A legenda vive a expectativa de
compor com o PTB, onde Graciela se filiou e pode ser candidata a
prefeita. A intenção seria que seu vice saísse das fileiras do
PPS, sendo Marco Garcia, atual presidente da Câmara, o mais cotado.

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Partidos
tradicionais, como PSDB, PSB, DEM e PT, também têm se movimentado
na busca por novas filiações e legendas menores, casos de PDT, PCB,
PSC e outros, buscam articulações para obter melhores alianças e
obter mais espaço nas próximas eleições, que serão realizadas em
outubro do ano que vem. As novas filiações, assim como mudanças de
partidos para quem ocupa cargo eletivo, como os vereadores, é o
final de abril próximo.

Cesar Colleti

O que acontece e como acontece em Franca e região