Apesar de Franca ter criado 6.075 vagas de emprego neste ano, 5.159 só na indústria e 4.719 no setor calçadista, a cidade ainda enfrenta um gargalo econômico: três setores, outrora bem classificados, têm puxado para baixo o índice e cortado centenas de vagas: comércio, construção civil e administração pública.
Em baixa
O comércio tem sido um verdadeiro desastre em termos de emprego, neste ano, em Franca. Nos cinco primeiros meses pesquisados pelo Caged – Cadastro Geral de Empregados e Desempregos do Ministério do Trabalho, o setor cortou 547 vagas, o que corresponde a 109 pessoas demitidas por mês, sem que elas tenham sido substituídas por outras.
Em seguida na tabela negativa do Caged está a construção civil, que eliminou 105 trabalhadores, uma média de 21 demissões a cada 30 dias.
Por fim, o setor da Administração Pública é o terceiro que mais demitiu e não repôs funcionários. Foram cortadas em 2016, 79 vagas, média de 15,8 a cada mês de 2016.
Em alta
No saldo positivo seguem criando novas vagas a indústria de transformação (5.159 novas vagas), a indústria de calçados e industria de couro e borracha, o setor de serviços e a agropecuária
Neste ano a Indústria de calçados gerou 4.719 empregos novos, o setor de curtumes e borracha ficou com 350 novas vagas.
O setor de serviços foi responsável por 1.104 empregos criados de janeiro a maio, enquanto a agropecuária, com saldo positivo de 542 vagas.



