Entidades
empresariais criticaram na última quarta-feira, 1º de agosto, a demora para os
juros baixos chegarem ao consumidor final.
A Federação das
Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) destacou que, mesmo taxa básica de
juros estando em níveis historicamente
baixos, a queda ainda não foi plenamente percebida nos custos dos
empréstimos. “São cruciais, portanto, medidas que reduzam o elevado custo
do crédito, refletido nos elevados spreads bancários, que há várias décadas é um dos mais
altos do mundo. Para reduzir o alto custo do crédito, é necessário adotar
medidas que combatam de fato a baixa concorrência no sistema bancário
brasileiro”, diz, em nota, a Fiesp.
Spread é a diferença entre
o que os bancos pagam na captação de recursos e o que eles cobram ao conceder
um empréstimo
Para a Fiesp,
reformas que equacionem o desequilíbrio fiscal são cruciais “para que a taxa (básica
de juros) Selic recue de forma consistente para níveis condizentes com os
padrões internacionais”.




