O Pix é o maior meio de pagamento utilizado no Brasil, tendo alcançado o incrível volume de R$ 10,9 trilhões em transações em 2022, mais do que o dobro do montante registrado em 2021. Hoje, boa parte dos brasileiros utiliza o sistema instantâneo criado pelo Banco Central.
A maioria dessas pessoas não precisa pagar nada para realizar as transferências e pagamentos do dia a dia. O que poucos sabem é que essa não é uma regra, já que os bancos podem cobrar pelas operações em algumas situações.
O Banco Central autoriza a cobrança do Pix desde 2020, quando a plataforma foi criada, mas apenas em casos específicos. Além disso, a decisão de impor taxas é da própria instituição financeira, não havendo nenhuma obrigatoriedade.
Quais são essas situações?




