Oftalmologista afirma que colírio é medicamento individual e intransferível – cada pessoa deve ter o seu (Foto Arquivo)
Você abre o armarinho do banheiro e não tem dúvida – Usa o colírio do avô que acabou de operar a catarata na maior despreocupação com a sua saúde e a dele.
A cena é recorrente no Brasil. De acordo com o oftalmologista Leôncio Queiroz Neto, diretor executivo do Instituto Penido Burnier os prontuários 850 pacientes do hospital mostram que 297 (35%) só buscaram por consulta depois de usar à vontade colírio de algum familiar ou amigo.
O comportamento é mais frequente no verão, estação da conjuntivite que se não for bem tratada pode causar ceratite (inflamação da córnea).




