IPVA, IPTU, matrícula escolar… Apesar de ser sempre igual, as contas de começo de ano
tendem a tirar o sono de muita gente.
Na prática, essas
despesas sazonais podem até triplicar os gastos das famílias e, por isso,
especialistas solicitam cautela e organização na hora de pagar os boletos. A
recomendação é evitar entrar em janeiro numa ciranda de dívida que pode colocar
a perder a organização financeira para todo o ano.
Um levantamento da ONG Bem Gasto
realizado com cinco famílias de diferentes perfis sociais, todas da Grande São
Paulo, mostra o peso do começo do ano no bolso do brasileiro. Curiosamente, o
único entrevistado que não prevê estourar o orçamento de janeiro, um casal na
faixa dos 35 anos, tem justamente o menor poder aquisitivo da amostragem.
Com renda mensal de R$ 6 mil, eles
vão gastar R$ 4.150 em janeiro e guardar o restante para despesas futuras com o
filho, que nascerá até abril.




