A OMS (Organização
Mundial da Saúde) coloca o Brasil entre os países com menor orçamento para a
saúde. Pior, depois de eliminar em 2016 o morbillivirus que transmite sarampo,
o país viveu há poucos meses o risco de um novo surto da doença.
“As piores sequelas da doença acontecem na
visão de crianças, especialmente quando o vírus é transmitido ao feto durante a
gravidez, através da placenta”, alerta o oftalmologista Leôncio Queiroz Neto do
Instituto Penido Burnier.
Isso porque o bebê nasce com catarata
congênita, doença que responde por 4 em cada 10 casos de perda da visão na
infância.
Por isso, ressalta, mulheres em idade
fértil que nunca tiveram sarampo ou que não sabem se foram imunizadas nos
primeiros anos de vida e adultos que não tomaram a vacina devem procurar pela
imunização e tomar as duas doses de vacina no intervalo de um mês.




