Nos dois primeiros anos da pandemia, casos de reinfecção pelo novo coronavírus eram raros. Especialistas acreditavam que a Covid-19 seria parecida com a gripe e, portanto, a imunidade conferida pela vacinação ou por uma infecção anterior evitaria as reinfecções por ao menos um ano.
A chegada da Ômicron mudou tudo isso. Sua disseminação fez com que os casos de reinfecção se tornassem cada vez mais comuns, mesmo em pessoas vacinadas ou com histórico anterior da Covid-19.
Agora, pesquisadores acreditam que o Sars-CoV-2 é mais parecido com os outros coronavírus, que causam circulam e pode provocar múltiplas infecções o ano todo. Por isso, se nada mudar, a expectativa é que será comum receber um diagnóstico positivo para Covid-19 duas ou três vezes por ano.
Embora qualquer pessoa possa ser reinfectada nessas circunstâncias, alguns grupos podem estar mais vulneráveis.




