
Quando Alcides da Silva, de 52 anos, começou a sentir dores e uma febre alta, ficou desesperado.
Três vizinhos em Guaianazes, periferia de São Paulo, haviam morrido após contrair o novo coronavírus e, de uma hora para outra, o peso do desemprego que ele carrega há mais de um ano se somou ao medo do coronavírus.
“Imagine ver as contas chegando e não poder procurar trabalho. É como olhar para os lados e não ver saída.”




