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Covid-19: Variante de Manaus foi registrada a 50 km daqui e já pode estar em Franca

Vírus do tipo P.1 é predominante em São Joaquim da Barra e pode estar se expandindo para outras cidades da região, causando grande preocupação

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O diretor superintendente da Santa Casa de São Joaquim da Barra, João Alberto Destro, ficou preocupado com o número de casos de covid-19 entre os profissionais de saúde da instituição.

Mais preocupado ainda com o fato de que vários profissionais de saúde já tinham sido vacinados com as duas doses de vacina.

Então ele contratou um laboratório especializado para fazer a genotipagem do vírus nas pessoas infectadas.

E o resultado o deixou ainda mais preocupado: predominou nos resultados o tipo P.1.

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Mutante

Este é o vírus mutante que atacou Manaus e que depois veio para Araraquara e foi registrado em Jardinópolis.

Hoje, o P.1 é predominante entre os profissionais de saúde de São Joaquim da Barra e, bem possivelmente, entre outras pessoas que não passaram pelo teste de genotipagem.

Segundo o diretor da Santa Casa, essa é uma variante do vírus altamente contaminante e muito mais letal.

Daí a sua preocupação, pois com o aumento dos casos aumenta a necessidade de tratamento, mais vagas de internação e mais vagas de UTI.

E a instituição chegou ao seu limite de atendimento e de capacidade financeira.

Franca

A preocupação com o vírus tipo P.1 existe também em outras cidades e não é diferente em Franca.

Mais contaminante, ainda não se tem informações sobre a velocidade de expansão. Tudo depende de testes e de estatísticas.

As administrações municipais e hospitalares estão preocupadas com as ligações cada vez mais rápidas e virulentas da variante.

E temem o colapso do sistema de saúde, já funcionando no limite de sua capacidade hospitalar e financeira.

Em Franca, várias pessoas contaminadas estão na fila por um leito de UTI.

E este é o grande gargalo: falta de leitos de UTI para enfrentar a pandemia.