A decisão, que vai revogar uma série de regulamentações e leis que marcaram os últimos dois anos, gerou controvérsia entre especialistas.
“Me preocupa o fim da emergência nacional num momento em que a Organização Mundial da Saúde (OMS) ainda entende que estamos diante de uma pandemia, ou uma emergência de saúde pública internacional”, critica a epidemiologista Ethel Maciel, professora da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes).
“E ainda não está claro o que isso vai significar na prática e qual será o plano se as coisas voltarem a piorar”, chama a atenção Leonardo Bastos, pesquisador da Fundação Oswaldo Cruz (FioCruz).
O anúncio do Ministério da Saúde acontece num momento em que as médias móveis de casos e mortes por covid-19 estão em queda no país — e o relaxamento das políticas preventivas, como o uso de máscaras e a prevenção de aglomerações, já estava em prática há semanas em diversas cidades e Estados.




