O Brasil voltou a registrar um dia com mais de 1.000 mortes pela covid-19. A rápida ascensão na curva de óbitos causada pelas infecções com a variante ômicron expõe uma série de erros em sequência que o país cometeu no controle da pandemia. Em janeiro, a média diária de mortes pela doença saltou 566%.
Especialistas afirmam que, novamente, o Brasil deixou de cumprir o papel preventivo (mesmo sabendo antecipadamente da ômicron) e lida agora as consequências. Com hospitais cheios em vários estados, a tendência é que o número ainda suba mais pelo menos por alguns dias.
Em declaração para o portal UOL Notícias, a bióloga e divulgadora científica Natália Pasternak diz que um erro marcante nessa terceira onda foi o menosprezo à capacidade letal da nova variante. “Erramos ao subestimar a ômicron e liberar as medidas preventivas muito rápido. Com uma cepa tão contagiosa, o momento era de cautela”, diz.
Otimismo precoce




