Tradição de comer pescados na Sexta-Feira Santa passará por muita pesquisa em Franca este ano
Os francanos estão sentindo no bolso a escalada dos preços nos supermercados e isso tem efeito direto no preço de peixes e produtos de maior consumo da Semana Santa.
A disparada da inflação, que atingiu em março 1,62%, puxada por transportes e alimentos, provoca uma perda de referência de preços na cabeça do consumidor e uma grande confusão na hora de ir às compras de supermercado.
Levantamento informal demonstra que, em um mesmo estabelecimento, tem óleo de milho sendo vendido a preço de azeite e coxão mole (carne bovina de primeira) elas por elas pelo bacalhau. Este, então, está a preço de ouro.
A garrafa de óleo de milho, o cereal pressionado pela guerra entre Rússia e Ucrânia, saía por R$ 24,50, e o azeite português, pelo mesmo valor. No caso do bacalhau, em oferta, custava R$ 54,90, mesmo preço do coxão mole. Mas, dependendo do tipo do bacalhau, o valor passa dos R$ 70 o quilo.




