Tratamento que tem se tornado cada vez mais comum é o realizado pela câmara hiperbárica. Nada mais é que uma terapia na qual se utiliza oxigênio puro com pressão acima da ambiente e que é indicada para uma série de doenças, entre elas o pé diabético.
Não se trata de especulações, pois estudos científicos já indicaram que até 85% das amputações no pé diabético foram precedidas por úlceras que poderiam ter sido tratadas com a oxigenoterapia hiperbárica.
Ocorre que o tratamento ainda não está disponível no Sistema Único de Saúde (SUS). Muitas pessoas, então, recorrem à Justiça
Vergara oficiou o prefeito Alexandre Ferreira (PSDB), o secretário de Estado da Saúde, David Everson Uip, e o secretário de Estado do Desenvolvimento da Ciência e Tecnologia, Márcio França, cobrando informações sobre as providências estão sendo tomadas pelo poder público quanto ao credenciamento de uma clínica responsável.
Com o credenciamento, será possível realizar os procedimentos e tratamento na câmara hiperbárica a um custo menor, sobretudo no atendimento à judicialização dos procedimentos e tratamentos que são indicados por determinação médica.
“Do jeito que está, onera sobremaneira o Estado e o Município. A realização de um convênio com uma clínica baixaria o custo desse tratamento”, afirmou Vergara.



