Engasgo é uma das emergências de saúde mais comuns envolvendo crianças. Esta ocorrência pode colocar a vida em risco e trazer consequências, como a asfixia, ou seja, a interrupção da passagem do ar até os pulmões, elevando a chance de uma parada respiratória.
Segundo a Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial (ABORL-CCF), as crianças, especialmente os bebês, estão entre os grupos mais vulneráveis a sofrer com o problema, conforme o alerta feito por meio de uma nota técnica com recomendações sobre a atenção ao engasgo lançada esse ano.
A organização destaca que, segundo o Ministério da Saúde, entre 2020 e 2021, dos 1.616 óbitos registrados na faixa etária de 0 a 14 anos, tendo como motivo causas externas, a sufocação ou obstrução das vias aéreas representam quase 80% das mortes na idade de 0 e 4 anos.
Especialistas da entidade médica esclarecem as principais causas de engasgo no público infantil, como os pais e cuidadores podem prevenir esses incidentes ou lidar com uma emergência de engasgo.




