Para as crianças de 5 até 10 anos o uso passa para uma ou duas horas e sempre com supervisão de um adulto
Durante a pandemia, aumentaram as horas que as crianças passam em frente às telas, seja pelo novo modelo de ensino adotado pelas escolas, combinando aulas presenciais e remotas.
Também pelo isolamento social, que acaba por impulsionar o uso de celulares, computadores ou videogames para diversão.
Para Alexander Engelberg, pediatra do Grupo São Francisco – que faz parte do Sistema Hapvida -, este momento é um grande desafio para as famílias e se não for contornado, pode trazer prejuízos no desenvolvimento de crianças e adolescentes.
“Quanto mais tempo as crianças passam em frente às telas, menos tempo elas ficarão com seus pais e irmãos e interagindo socialmente, criando assim um isolamento e distanciamento dentro da própria casa. O que pode ser prejudicial em vários sentidos”, pontua.




