A crise na educação vai além da luta histórica dos professores mineiros por melhores salários e, mais recentemente, pelo pagamento integral e em dia. Imersas em um cenário de recessão, diversas escolas do Estado estão sucateadas, um desafio a mais para o próximo governador de Minas.
Além de relatórios do Tribunal de Contas da União (TCU) e do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MG) apontarem irregularidades no que tange à alimentação e à infraestrutura oferecida a alunos e trabalhadores, os próprios professores e servidores denunciam uma série de dificuldades nas instituições.
“Muitas escolas não têm de onde tirar dinheiro para manter as portas abertas. Faltam desde merenda e papel higiênico até papel para impressão de provas e documentos. Algumas estão fazendo bazar para arrecadar alguma coisa”, diz o diretor educacional do Sindicato dos Servidores Públicos de Minas Gerais (Sindpublicos-MG), Eduardo Sérgio.
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