
O telefone chama não importa a hora e o dia, porque alguém vai atender e dizer alô. No Centro de Valorização da Vida (CVV), quem responde à ligação não recebe um centavo pelo serviço. São voluntários que, em nome do bem-estar de desconhecidos, se dispõem a aguçar um sentido básico, mas esquecido na correria do dia a dia: ouvir.




