
A cantora Daniela Mercury enviou uma carta ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ) cobrando uma ação do órgão sobre o recurso movido pela Advocacia-Geral da União (AGU) para a ampliação de um ‘excludente de ilicitude’ para homofobia.
A conduta foi criminalizada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no ano passado, mas governo quer saber se ‘liberdade de expressão’ poderia respaldar manifestações ‘não aviltante a propósito da moralidade sexual’.
Além disso, a AGU quer que a Corte explique ‘quais expressões religiosas podem ser consideradas preconceituosas’, pois a decisão da Corte afirmou que a criminalização resguardaria a liberdade religiosa desde que não fosse caracterizado discurso de ódio.




