De janeiro a agosto, o volume investido por brasileiros nesses ativos no exterior alcançou quase R$ 27 bilhões
Os recursos alocados por brasileiros em criptoativos no exterior saltaram 145% em 2021, um movimento que tem sido acompanhado de perto pelo Banco Central, mas sem acender qualquer alerta interno.
Apesar de o FMI (Fundo Monetário Internacional) ter chamado a atenção sobre os riscos associados ao aumento desse fluxo em mercados emergentes, a avaliação é que no Brasil o tema não chega a representar uma preocupação.
De janeiro a agosto, o volume investido por brasileiros nesses ativos alcançou US$ 4,3 bilhões, ante US$ 1,7 bilhão em igual período do ano passado e US$ 1,7 bilhão no mesmo intervalo de 2019.
Sozinho, o montante aportado em 2021 representa 36,8% do estoque total já alocado historicamente pelos brasileiros em criptoativos: US$ 11,7 bilhões desde 2016, quando esses números timidamente começaram a sensibilizar as estatísticas do BC.




