O deputado Estadual Roberto Engler, pela primeira vez candidato à reeleição por um partido que não é o PSDB, pelo qual cumpriu mandatos ao longo das quase três últimas décadas, sempre bafejado pela sorte de ter os governadores do mesmo partido ou alinhamento político, tem corrido atrás dos votos que certamente perderá por ter migrado do ninho tucano para o “pequeno” PSB.
Nos meses e semanas que antecedem a eleição deste domingo (7), onde pela primeira vez tenta convencer seus eleitores sem a força peessedebista, o veterano deputado tem percorrido cidades e usado todos os argumentos possíveis para garantir pelo menos metade da votação que teve em 2014, que ultrapassou aos 120 mil votos.
Se a mudança do PSB foi ou pode ser benéfica a Engler, ela se prende ao fato de que no PSB, onde há menos candidatos de alta densidade eleitoral, ele conseguiria a reeleição com ao menos 60 mil votos, segundo avaliação da cúpula de seu próprio partido.
Mas o que tem chamado a atenção dos eleitores e causado críticas ao deputado é o “vazio” de suas “novas” propostas.




