O prefeito Gilson de Souza (DEM) terá seu prazo para defesa diante da Comissão Processante instaurada na Câmara Municipal para avaliar denúncias contra ele iniciado na segunda-feira. Serão dez dias úteis para ele responder às acusações do autor da abertura de CP, o radialista Marcelo Bomba.
Mas desde a semana passada, o Jurídico da Prefeitura já tem trabalhado na defesa de Gilson, que terá de ser feita por escrito aos vereadores membros da Comissão Processante: Della Motta (Podemos), Adermis Marini (PSDB) e Arroizinho (PMDB).
Segundo informações de apoiadores do prefeito, a defesa deverá ser pautada no Termo de Ajuste de Conduta assinado no início de julho pelo prefeito no Ministério Público, que deu prazo de seis meses, até o dia seis de janeiro, para que o prefeito sane a falta de fiscalização sobre ambulantes em Franca, com a consequente perda de receita com a atuação dos mesmos.
Já quanto à segunda denúncia, de que o prefeito favoreceu uma construtora para que a mesma fizesse um empreendimento particular em Franca. Além de supostamente ter “passado na frente” o projeto da empresa, Gilson liberou o uso da Praça Nossa Senhora da Conceição para que a mesma promovesse a venda de casas.




