Ha algum tempo venho falando sobre os benefícios da osteopatia e quiropraxia, citando sempre as duas técnicas juntas pois aprendi as duas e fica quase impossível separa-las pois têm grande parte das manobras compartilhadas.
O grande leque de possibilidades que essas ciências abrangem demonstra que em se tratando principalmente de coluna e dores, não ha hoje melhor opção para o tratamento não invasivo, isto é, não cirúrgico. É claro que em alguns casos quando o problema se tornou demasiadamente grave essa opção não é descartada, tudo em vista da melhor qualidade de vida do paciente.
O assunto que trago hoje é sobre a degeneração discal. O disco intervertebral é uma estrutura fibrogelatinosa localizada nos espaços entre cada uma das vértebras da coluna, e tem a função de amortecer e flexibilizar a coluna, permitindo o movimento e ao mesmo tempo preservando as articulações do peso corporal.
Em casos quando o disco sofre, seja por excesso do uso, em casos de pessoas que fazem trabalho braçal, ou em casos em que a postura corporal é desleixada, fazendo o peso incidir sobre algum disco em detrimento de outros, algo deve ser feito. Para a osteopatia dois passos são fundamentais nesse processo, que são: remover os bloqueios acima e abaixo do local lesionado, e por fim direcionar o centro de gravidade para a posição ideal, a fim de dividir a tarefa para as dezenas de discos que ainda estão saudáveis e por consequência eliminar a sobrecarga sobre o disco lesionado.




